sexta-feira, 25 de novembro de 2011

À Vontade do Milan, Robinho fica!

O futebol moleque cresceu, virou adulto, e encontrou a felicidade na Europa. Depois de rodar por Espanha e Inglaterra, Robinho, enfim, tem conseguido repetir no Velho Continente o sorriso contagiante que o marcou na Vila Belmiro. Felicidade fruto da maturidade que ele garante ter adquirido em sete temporadas no exterior, capaz de fazê-lo trocar as marcantes pedaladas por chutes a gol, por exemplo, mas, principalmente, por encontrar no Milan algo que lhe fez falta no Real Madrid e no Manchester City: carinho.
Robinho, Milanello (Foto: Cahê Mota / Globoesporte.com)Robinho feliz da vida com o momento vivido em Milão
Em Milão, Robinho garante: está em casa. O aconchego é fruto de uma herança construída por nomes como Dida, Serginho, Cafu e Kaká. No Rossonero desde a temporada passada, o atacante transmite espontaneamente um sentimento repetido inúmeras vezes em palavras durante a entrevista concedida ao GLOBOESPORTE.COM no centro de treinamento de Milanello: felicidade.

- Me sinto em casa no Milan, sim. Graças a Deus. Estou passando por um momento muito bom. É um clube que adora brasileiros, nos trata muito bem. Estou a cada dia mais adaptado. Sou muito feliz aqui. Esse carinho, essa receptividade desde o começo. Eu não esperava que fosse assim tão bom.

Em paz na Itália, Robinho admitiu que escolhas equivocadas retardaram seu sucesso em gramados europeus. A transferência para o Manchester City, por exemplo, era algo que o ex-santista disse que não repetiria: nem pela forma que deixou Madri, muito menos pelo destino. Os tropeços do passado serviram de aprendizado, ao ponto de apoiar Neymar na decisão de prolongar por mais alguns anos a permanência no Brasil.

Durante o bate-papo, Robinho mostrou que hoje em dia realmente tenta ser mais objetivo: não pedalou para cima de nenhuma pergunta e respondeu com firmeza sobre passado, presente e futuro. Em pauta, a trajetória europeia, o talento do filho Robson Jr., de 3 anos (divulgado em vídeo na internet), Neymar, Kaká, Ronaldinho, Adriano, Mundial de Clubes e, obviamente, Seleção Brasileira, para a qual não foi chamado nas duas últimas convocações:

- Eu respeito. A concorrência é sempre muito grande, e vou continuar trabalhando para ser convocado. Até a Copa de 2014 muita coisa vai acontecer.

Nenhum comentário:

Postar um comentário